sábado, 20 de julho de 2013

, não sabiam, nem um nem outro, o que se diriam e de que forma admitiriam começar a fazer concessões para que, de entre tudo, se mantivesse aquela relação como estrutura central de suas vidas dali em diante.

vestia-se sozinho e começava, distantemente, a perceber que gostava do ritual que haviam criado. ainda que julgasse que lhe agradava por ser um ritual, por assentar numa expectativa sempre cumprida (...).

(...) o andriy desligara-se numa agonia comovedora.

Valter Hugo Mãe, Apocalipse dos Trabalhadores.


, que se fodam as coisas todas, agarra a vida.

Valter Hugo Mãe, Apocalipse dos Trabalhadores.

sábado, 6 de julho de 2013

,o sasha escrevera, amo-te andriy, imagina-me a sorrir.

Valter Hugo Mãe, Apocalipse dos trabalhadores.